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13.8.12
Eu tento não fazer o classe média ressentida e não me escandalizar quando gente rica gasta fortunas em coisas idiotas. Mas não deixo de incomodar com pais que gastam milhares de dólares por ano para vestir crianças em roupas de marcas caras. Não é pelo dinheiro em si, mas porque eles parecem estar tirando dos filhos algo importante - embora não saiba bem o quê.
7.8.12
Os arcades estão passando por um pequeno renascimento nos EUA, transformados em bares temáticos. Eu fui num desses aqui em São Paulo há uns sete anos, sem falar que os fliperamas nunca sumiram dos centros das cidades.
3.5.12
O ciclo da nostalgia dura uns quarenta anos: o tempo de crianças crescerem e conquistarem posições de poder nas indústrias do entretenimento.
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1.1.12
Coisas que você, mulher que quer arrumar marido em 2012, deve ter em mente sobre as mudanças no mercado matrimonial. Resumindo: o negócio não está fácil.
16.12.11
Instale um panóptico em forma de duende na sua casa e faça seus filhos se comportarem. Claro que a idéia do bonequinho vigia é de arrepiar, mas eu não vejo muita diferença para a de um deus invisível que faz a mesma coisa.
14.9.11
we imagine all we want is a specific result, yet as often as not we're equally interested in seeing that someone breaks a sweat on our behalf. This so-called "labour illusion" works even when that someone is a computer
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Comportamento,
Economia,
Vida Prática
2.9.11
14.7.11
It's common to see a party of one at breakfast, or lunch, or even at the bar at dinnertime, where televisions and bartenders stand in for more intimate companionship.
But dining out alone — at a table, in the dining room — is rare. It is a conspicuous act, one that is noticed. It requires a certain confidence, a willingness to face the inevitable question, "Just one tonight?" and not hear, "How pathetic." It is not for everybody.
2.7.11
22.5.11
Meus relógios já apontam dia 22 e nada de Apocalipse - a não ser que o número de cristãos true for ainda menor do que eu esperava. E agora?
6.3.11
Como alguém que nunca preparou uma apresentação em PowerPoint na vida, fico intrigado com a ubiquidade do programa - ainda mais considerando o quanto elas costumam ser chatas. As origens, benefícios e prejuízos da praga do PowerPoint nesse texto da New Yorker.
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Comportamento,
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Tecnologia
10.2.11
children have an amazingly intuitive grasp of complicated legal rules. And a freakishly inventive ability to improve on them. My first criminal-law professor taught us everything we needed to know about criminal intent by reminding us of the kindergartener's hierarchy of self-defense. First: "I didn't do it." Second: "I did it but I didn't mean to." Third: "I meant to do it but I didn't plan it." And finally: "I was upset at the time and I promise I won't do it again."
Qual niponice é mais estranha? O aumentador de olhos ou o sushi instantâneo? A segunda opção não deve ser muito pior do que esses "festivais" que aparecem no Peixe Urbano. (Na real, é um doce.)
2.2.11
the farther back in the alphabet the first letter of your surname falls, the quicker you're likely to chase some enticing new consumer offer. This response is rooted in childhood trauma.
31.10.10
9.9.10
2.9.10
Essas fotos de chineses em frente as suas casas, supostamente com todas as suas posses, apela a nós, ocidentais cheios de coisas. Ter coisas é ter que cuidar delas, guardá-las, pensar nelas - a "carga cognitiva". E é mais da carga cognitiva do que das coisas que queremos cuidar.
Embora não seja particularmente apegado a coisas materiais - me desfaço de livros e roupas facilmente, hesito muito antes de comprar, detesto objetos com um só fim - quero muito ter as coisas certas. Desejo há anos um terno, o conjunto de jantar que foi da minha avó, alguns livros da minha infância, uma televisão que adio há meia década.
Como muita gente, tenho a fantasia de um mundo que caiba em uma mochila - de poder bater a porta e deixar minha vida para trás. Minha desculpa para não fazer isso é toda a estrutura médica necessária à minha sobrevivência. Se estou preso a ela, que diferença fazem algumas centenas de coisas a mais?
Qual é a sua desculpa?
Embora não seja particularmente apegado a coisas materiais - me desfaço de livros e roupas facilmente, hesito muito antes de comprar, detesto objetos com um só fim - quero muito ter as coisas certas. Desejo há anos um terno, o conjunto de jantar que foi da minha avó, alguns livros da minha infância, uma televisão que adio há meia década.
Como muita gente, tenho a fantasia de um mundo que caiba em uma mochila - de poder bater a porta e deixar minha vida para trás. Minha desculpa para não fazer isso é toda a estrutura médica necessária à minha sobrevivência. Se estou preso a ela, que diferença fazem algumas centenas de coisas a mais?
Qual é a sua desculpa?
14.7.10
O Deputado Federal Zequinha Marinho criou um projeto de lei que proíbe a adoção por casais gays e que quer limitar a definição de família à necessidade de um casal heterossexual. Como sempre, a desculpa é proteger as crianças - de constrangimentos, de confusão e, imagino eu, de ganhar presente de Natal, ter tios, ser amada e tal e tal.
Xingue muito no seu twitter.
Xingue muito no seu twitter.
1.6.10
Usar a Internet e fazer várias coisas a mesmo tempo já são tão integradas à vida cotidiana que não fazê-los chama a atenção. Exemplos disso são o experimentos de se concentrar em uma coisa por vez durante um mês, se desligar da Internet ou fazer jornalismo totalmente offline.
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